U-bahn, S-bahn, Tram, Stadtbus, Regionalzug… como se locomover na Alemanha

Você chega em um país que não conhece e precisa chegar a um destino. O que fazer? Em muitos lugares, como em capitais brasileiras, o pensamento mais rápido seria chamar um táxi, colocar as malas no bagageiro e seguir em frente. Contudo, nas grandes cidades alemãs existem outras opções que podem ser utilizadas, propiciando não só diferenças no planejamento financeiro como também passeios e caminhos não convencionais.

Existe um elemento que é preciso considerar na atualidade quanto à viagens internacionais: usar um celular com aplicativos de mapas e roteiros faz toda a diferença. A partir deles é possível interligar em tempo real os diferentes tipos de modal de transportes e ver as melhores opções de rotas, custos e horários. Serão considerados os transportes rodoviário, ferroviário, hidroviário e mesmo o aéreo, em caso de maiores distâncias. Mais do que praticidade, é segurança para bons trânsitos.

Quando o destino é a Alemanha essa integração dos diferentes tipos de modal é facilitado, pelo menos nas grandes cidades. Em capitais como Munique, Hamburgo e Berlim são plurais as opções de transportes. Suas conexões são planejadas para facilitar os pontos de chegada e saída, além de ter facilidade no pagamento, com postos de autoatendimento em múltiplos idiomas (para os brasileiros o uso da língua espanhola é uma boa opção). Já nos pequenos centros urbanos é comum os trens regionais, ônibus, táxis. locação de automóveis e mesmo os serviços de locação de bicicletas. Uma questão interessante é, em muitos pontos, não ter a oferta de carros por aplicativos de transporte compartilhado – como os conhecidos Uber e Cabify -, pois as redes locais de circulação já atendem às necessidades dos passageiros. Há casos em que há, teoricamente, a disponibilidade do uso desses softwares, mas na prática não aparecem veículos dispostos a realizar as “corridas”.

Veja a baixo algumas opções de transportes e como proceder para ter melhor custo-benefício em sua viagem:

  • Aéreos: são opções para trajetos de longa distância, principalmente internacionais. Com as empresas voltadas a passagens de baixo custo e menor conforto – as conhecidas Low Cost – se pode buscar promoções e mesmo planejar passeios de poucos dias, promovendo praticamente duas viagens em uma. A desvantagem pode ser as limitações no transporte de bagagens e mesmo os horários não serem os mais atrativos. Outro elemento que pode pesar na escolha pelo aéreos é a localização dos aeroportos, que sendo fora das cidades acabam tendo maior custo de acesso e, também, exigem maior disponibilidade de tempo para embarques e desembarques.
  • Trens: eles podem ser rápidos (ICE) ou regionais de menos velocidade (Regionalzug). Estão voltados às viagens intermunicipais e variam de preço e destinos. As vantagens do ICE – InterCity Express – são a comodidade e velocidade das locomotivas, que alcançam 300 km/h. Suas passagens tem preços flutuantes, com promoções para horários fixos ou mesmo para períodos de pouca procura, o que necessitam de pesquisa periódicas nos sites de vendas. Já os regionais tem mais paradas entre destinos, contudo acessam municípios menores podem ser utilizados com bilhetes válidos para períodos fixos. Há certa confiabilidade nos horários de partida e chegada.
  • Ônibus: podem ser os municipais e os que rodam maiores distâncias. No caso dos trajetos longos a vantagem neste momento está nos preços: desde o fim do monopólio Estatal nos transportes públicos a concorrência aumentou e empresas como a Flixbus apresentam passagens atrativas. Já no trânsito interno dentro das cidades os veículos atendem tanto grandes populações como localidades pequenas, sendo ágeis e práticos – a maioria com tecnologia digital que descreve o caminho e paradas. Nestes casos se pode dizer que os veículos são geralmente bem equipados e com frota moderna. A grande desvantagem é a falta de precisão quanto aos horários, que dependem do fluxo urbano e nem sempre são ágeis. Outro ponto criticado é a higienização das carrocerias em viagens internacionais.
  • Metrô / Trens Urbanos: em grandes cidades alemãs está bastante desenvolvido os sistemas de metrôs subterrâneos e de superfície. A proposta é, através de túneis e vias rápidas, interligar uma malha de trens no espaço urbano e desafogar o trânsito das ruas. Dois tipos são mais usuais nas metrópoles: U-Bahn (e S-Bahn.

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