Münchner Tanzboden movimentou o Hofbräuhaus em 01/03

Nesta sexta-feira, 01/03, ocorreu mais um encontro de danças e música na mais famosa cervejaria do mundo. O Münchner Tanzboden do mês de março movimentou com polcas, valsas, chotes, dobrados e zwiefachers o Hofbräuhaus. Teve como mestre de cerimonias Katharina Mayer e
a música ficou ao encargo da Kapelle Rheingold.

Era 19h30min quando a festa começou, tendo a abertura oficial com a Auftanz / Polonaise. O espaço reservado no Hofbräuhaus ficou pequeno para o volume de pessoas que estavam presentes. O público era variado, digno de um plural happy hour, com jovens e idosos, dançarinos de renome e também iniciantes. Cada passo e acorde foi acompanhado de sorrisos e ações alegres dos bailantes. E as vestimentas foram democráticas: trajes típicos, moda folclórica, uniformes de trabalho ou simplesmente uma calça jeans e camiseta: o importante era se divertir de modo sadio.

Ao centro da foto a condutora dos trabalhos, Katharina Mayer, e ao fundo a Kapelle Rheingold.

O repertório da noite foi de danças típicas e ritmos tradicionais, tendo arranjos renovados e descontraídos. A Kapelle Rheingold veio com instrumentos diversos: trompete, acordeon, violinos, harmônica, clarinete e tuba. Uma musicalidade que cativou os presentes, sem ter amplificação elétrica do som, mantendo o ambiente acolhedor. Dentre as coreografias tradicionais trabalhadas por Katharina Maye, que dava uma introdução e explicação básica do que viria, estavam a Rheinländer, Italiener, Boarischer, Siebenschritt, Hirtenmadl,  além de um conjunto de zwiefachers, como a Maderl e Suserl. Entre os sucessos estavam o Tulpen aus Amsterdan e o clássico televisivo Hurra, hurra der Kobold mit dem roten Haar, do seriado Pumuckl. Bom humor em diálogo com tradições.

Os amigos brasileiros Claudia Santana e Frederico Schirmer prestigiaram e dançaram no Münchener Tanzboden.

Esse tipo de modalidade de encontro para dançar visa colocar repertórios simples com formações em pares. Trata-se de um momento desestressante que inclui muitas músicas para rodopiar pelo salão. Um espaço democrático e plural, bastante diferente do que é apregoado com o “retrógrado” tradicional.

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